Desisto de tentar cantar a tarde
e todas as suas cores sibilantes,
é uma difícil arte
se aproximar dessas coisas distantes;
O inquieto som surdo do mar
e o burburinho sonoro das ondas,
o sol à tudo de luz dourar
e a areia com suas conchas e contas;
É um sentimento mágico,
o sol sumindo, o oceano calando,
como num desfeche trágico
duma rica ópera terminando;
O imarcescível azul do céu
tingido de laranja e dourado
é inexplicável em palavras no papel
nesse pôr-do-sol cantado.

Essa minha tarde nao foi nada faceira, a preguiça nao deixou eu fazer nada.
Boiolética,viu? Prefiro, dentre todas as poesias existentes, o Apocalipse….