Quando não há opções
o que me resta
é o fim do mundo,
num tudo se acabando eternamente,
nas interjeições mentais
que me proponho
vejo as fichas caindo
como se nada mais impossível pudesse acontecer
e mesmo acontecendo, desordenadamente,
num sistema caótico,
delicioso,
dessa crônica de amor louco
que desafia ate o bom senso
profundamente…
Linda essa poesia e nadica boioletica!
A musica tambem encaixou perfeitamente, sempre encaixa perfeitamente.
Hoje me só pode ter me dado um ataque de mongoloidice de manhã. Eu sabia que um pêlo grosso e espesso era Hirsuto. Tem um soneto de Shakespeare que tem um verso traduzido por Ivo Barroso em algo como “barba hirsuta e branca”, que tá no filme O Homem que Copiava. Tive esse insight pegando o elevador hoje.
Então, o fim do ciclo biológico termina com “-fitos”. Agora tá fácil, a reunião eclesiástica me parece mais interessante.
Pô, muito boa essa poesia, me fez refletir sobre o nada que é a vida. Esse tema apocalipse sempre é algo que chama a atenção, nos chama a refletir sobre o que é essa coisa louca que a gente vive…como foi dito no poema “esse sistema caótico”.
Uhhhh, tô quase vendo os anjos e os sete selos rsrsrs
Hm, acho que o bom senso existe pra ser contrariado… dificilmente alguma coisa suficientemente contentável é completamente “encaixante” no bom senso. Ele castra um bocado, hã?
Adorei!
=**